A teu lado, sou apenas ser finito
Um ponto inútil no imenso
E acredito, mas dispenso recordar
Que eu venha a morrer um dia
E tu continues a ser Mar...
Que é feito de mim quando era assim? Com este poema (aqui apenas a parte que me lembro) ganhei 2 bilhetes para a Expo'98 (ENA ENA). O intuito do passatempo levado a cabo pela plebe escsiana era apresentar obras literárias LOL subordinadas ao tema MAR. Se não me engano, até enviei dois poemas. A gaja que o leu numa cerimónia qualquer (Commie Awards, talvez?) não percebeu nada da métrica da coisa. Enfim, ela quase o matou mas era meu na mesma e eu fui ao palco, entrei pelo sítio errado e recebi o prémio e fui aplaudida e elogiada por pessoal que me era muito querido e estava lá o José Alberto Carvalho (Zé Beto se fôssemos amigos lol) e eu fiquei toda contente porque ele ouviu o meu poema e aplaudiu-o mesmo não tendo percebido nada porque a gaja não o soube declamar.
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