Lembram-se de quando eram miúdas e imaginavam como seria quando encontrassem o Príncipe Encantado?
Por vezes recordo esses tempos. Ainda tenho, aliás, pseudo-diários onde confessava esses desejos e fantasias. É engraçado ver como mudou a forma como eu vejo, como apreendo e como desejo o sexo masculino - agora obviamente condensado no meu marido. E hilariante ver o quão díspares são aquilo que eu achava que queria há 20 anos atrás e aquilo que eu tenho agora. LOL
Não me estou a queixar, atenção. Que sabia eu há 20 anos atrás, daquilo que são os homens? Aliás, que sabia eu há 20 anos atrás daquilo que era ser eu? Se ainda hoje estou como estou... eheh
Mas como eu dizia, o que me atrai no sexo oposto nada tem a ver com o que eu pensava querer aos 13, 15, 16 anos. Nada tem a ver, portanto, com os passeios à beira-mar e os piqueniques românticos saídos de um romance de Jane Austen. Não. A minha vida amorosa até poderia sair de um romance de Jane Austen, mas apenas na parte em que as heroínas se debatem com mil e uma questões existenciais e gladiam com os seus amados sofrendo em segredo com a ausência de tratos mais íntimos com os mesmos. Tudo o resto é lucro lolol
Isto para chegar ao que me trouxe aqui: o que me atrai no sexo oposto, ultrapassada a questão mais física e imediata da coisa, é o desafio que representa ter uma conversa com ele. Não falo da dificuldade que por vezes representa falar com alguns espécimenes masculinos da raça humana, não, mas da capacidade argumentativa e nível de conhecimentos que é necessário possuir para manter uma conversa e - o mais frequentemente possível - sair vencedora da mesma. (Caso não consiga há sempre a hipótese de recorrer a golpes baixos tipo beijá-lo ou falar sobre sexo ou qualquer coisa do género lol - ainda que por vezes nem isso o desarme na sua senda pela vitória lexical.... or something like that)
Enfim, não há nada mais sexy do que um homem que saiba falar, que saiba do que está a falar, e que nos consiga dar a volta sem que nos apercebamos disso, depois de uma boa sessão de paleio. Bem, o que isto despoletou na minha sonolenta cabecinha... (isto e a imagem do Giannechini que coloquei neste post)
Posto isto, vou dormir que já são horas.
Por vezes recordo esses tempos. Ainda tenho, aliás, pseudo-diários onde confessava esses desejos e fantasias. É engraçado ver como mudou a forma como eu vejo, como apreendo e como desejo o sexo masculino - agora obviamente condensado no meu marido. E hilariante ver o quão díspares são aquilo que eu achava que queria há 20 anos atrás e aquilo que eu tenho agora. LOLNão me estou a queixar, atenção. Que sabia eu há 20 anos atrás, daquilo que são os homens? Aliás, que sabia eu há 20 anos atrás daquilo que era ser eu? Se ainda hoje estou como estou... eheh
Mas como eu dizia, o que me atrai no sexo oposto nada tem a ver com o que eu pensava querer aos 13, 15, 16 anos. Nada tem a ver, portanto, com os passeios à beira-mar e os piqueniques românticos saídos de um romance de Jane Austen. Não. A minha vida amorosa até poderia sair de um romance de Jane Austen, mas apenas na parte em que as heroínas se debatem com mil e uma questões existenciais e gladiam com os seus amados sofrendo em segredo com a ausência de tratos mais íntimos com os mesmos. Tudo o resto é lucro lolol
Isto para chegar ao que me trouxe aqui: o que me atrai no sexo oposto, ultrapassada a questão mais física e imediata da coisa, é o desafio que representa ter uma conversa com ele. Não falo da dificuldade que por vezes representa falar com alguns espécimenes masculinos da raça humana, não, mas da capacidade argumentativa e nível de conhecimentos que é necessário possuir para manter uma conversa e - o mais frequentemente possível - sair vencedora da mesma. (Caso não consiga há sempre a hipótese de recorrer a golpes baixos tipo beijá-lo ou falar sobre sexo ou qualquer coisa do género lol - ainda que por vezes nem isso o desarme na sua senda pela vitória lexical.... or something like that)
Enfim, não há nada mais sexy do que um homem que saiba falar, que saiba do que está a falar, e que nos consiga dar a volta sem que nos apercebamos disso, depois de uma boa sessão de paleio. Bem, o que isto despoletou na minha sonolenta cabecinha... (isto e a imagem do Giannechini que coloquei neste post)
Posto isto, vou dormir que já são horas.
Me "home"sick,
Mag
Mag
3 resmas e paletes:
A arte da conversa é talvez um dos melhores turns ons e isso explica porque homens fisicamente perfeitos são desinteressantes porque lhes falta esta capacidade. Ainda me lembro do filme "threesome", que levou à nossa perdição pelas palavras longas. óscuslo, espargir, concupiscência, libidinoso....hummmmmmmmmm pequenos espamos de prazer que nos entram pelo ouvido. Lembro-me que certa vez confessei ao Alabano (sim, esse!)que um dos meus pontos erógenos é no ouvido...(er...não dessa maneira lolol). Uma boa capacidade argumentativa, aliada à saudável picardia, acompanhada de uma voz grave e doce é meio caminho andado para o êxtase.Ou para uma madrugada bem divertida (wink wink)
Livra, que nunca mais cá vinha deixar um qualquer comentário...eu já passei, espero, a fase do Reynaldo...agora é mais Gerard Butler...mas a mim passa-me depressa o interesse...o único que se tem mantido uma constante é o Jeff Bridges! :)
bjs
kel
Pois, mas o Jeff Bridges é uma whole different league... Intemporal. Sei lá. Eles vêm e vão, seja porque vimos um filme ou porque sonhámos com eles. LOL
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