10.1.12

amor

e eis que de repente olho para ti e estás com aquele ar de sempre. mas daquele sempre de antes, de quando nos amávamos sem grandes complicações (nem talões, nem promoções).

e penso que se calhar somos felizes, outra vez, agora. agora que voltámos a conversar na cama como dantes, a rir das histórias de cada um como dantes, a dormir com a mão pousada no teu peito como dantes.


hoje durmo com a mão na tua almofada. à tua espera. como dantes.

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